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    Desempenho das principais modalidades de seguros

    Das projeções realizadas sobre o desempenho das principais modalidades de seguros em 2002, os técnicos da Superintendência de Seguros Privados (Susep) superestimaram dois casos, justamente no segmento de veículos. No seguro de casco, o faturamento, de R$ 8,179 bilhões, situou-se 0,76% abaixo do estimado. Já no seguro obrigatório de veículos – DPVAT, a receita de R$ 1,4 bilhão foi 2,4% menor que a prevista.

    O Seguro Obrigatório São Paulo é de grande importância para os motoristas da cidade, pois o mesmo protege as vítimas de acidentes de trânsito em diversos casos. Sendo assim, você deve pagar esta taxa anualmente.

    Já o desempenho do seguro de vida surpreendeu os técnicos. O faturamento real ficou bem acima do projetado. Em 2002, as seguradoras arrecadaram mais 2,7% que o estimado, ao fecharem o ano com R$ 7,1 bilhões.

    O imprevisto maior foi com a desenvoltura dos produtos de benefício livre, o VGBL. E o erro fatal ocorreu com o comportamento projetado para dezembro. A Susep não previu o ímpeto com que os consumidores foram às compras de planos resgatáveis no último mês do ano: gastaram R$ 194 milhões mais do que os técnicos esperavam. Enquanto os cálculos apontavam para uma receita de R$ 355 milhões, as vendas reais somaram R$ 549 milhões.

    No faturamento das seguradoras com as vendas das coberturas de riscos diversos e incêndio, a avaliação praticamente emparelhou com os resultados efetivados, embora com uma ligeira diferença para cima. Nos riscos diversos, a receita de R$ 458,6 milhões foi 0,4% superior à prevista. No incêndio, com R$ 2,013 bilhões captados, a pequena variação foi de 0,24% a mais do que o esperado.

    Mas no geral, os cálculos da Susep ficaram bem próximos da realidade. Tanto que o faturamento total do mercado de seguros em 2002, fechado em R$ 23,8 bilhões, sem o seguro-saúde, situou-se apenas 0,47% acima do projetado. Os técnicos previram crescimento nominal de 22,9%, sobre 2001, mas bateu em 23,5%.